Sentado em um banquinho velho, lá no fundo do quintal em uma noite extremamente quente e amargando mais uma perda. Uma dentre várias que esse ano me proporcionou, diga-se de passagem, reflito sobre parar.
Esse ritual se prolonga por noites e mais noites, sempre com a companhia dos meus cachorros, vez ou outra lembrando dos que se foram. Eu estaria mentindo para você se dissesse que de vez em quando as lágrimas não escorrem, sabe? Mas não vou me fingir de forte, pois acho que essa é a minha versão mais surrada e fragilizada até agora.
Já disse sobre parar antes, né? Só que dessa vez é diferente.









