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Olá, como vai? Primeiramente, caso nunca tenha estado por aqui, deixe que eu me apresente: Sou Evaristo Ramos, trabalho como freelancer de...
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Não sei
12:27 AM
Acabo de criar um novo Tumblr.
Agora coço a barriga do Fantomas, meu cachorrinho.
Penso que devo criar um post para divulgar meu Tumblr novo, mas abandono a ideia quando sinto a necessidade de ir ao banheiro.
12:31 AM
O botão da minha bermuda quebrou.
Volto pra sala e o Fantomas está todo esparramado no sofá, fico alguns segundos admirando a sua fofura, mas depois eu o afasto e sento.
Penso que devo criar um post para falar sobre as mudanças que pretendo fazer no blog, mas o pensamento é interrompido pelo gemido que ouço (segunda vez essa semana) no cubículo onde desenho.
Penso que deveria postar o texto que escrevi sobre isso, mas acho melhor preparar um café.
12:42 AM
O Fantomas continua esparramado no sofá, mas dessa vez eu não fiquei contemplando sua fofura.
Estou ouvindo Creep. Penso no por quê dessa música me tocar profundamente. Tento puxar pela memória qual foi a primeira música do Radiohead que ouvi, mas o café quente pelando a minha língua acaba afastando as memórias.
Radiohead me deixa triste de um jeito que eu gosto.
O meu primo, que dorme na sala de casa, começa a falar algumas coisas que não consigo entender. Vou tomar meu café no pátio de casa. Agora começa a tocar Chasing Cars do Snow Patrol.
12:49 AM
Se alguém gemesse no cubículo onde desenho e alguém estivesse na sala, esse alguém não poderia ouvir esse gemido.
Preciso dormir mais.
12:54 AM
Toca Do I Wanna Know do Arctic Monkeys, lembro de uma amiga minha. Já fui apaixonado por ela.
Lembro que estou atrasado no Paralelos dessa quinzena e fico pensando se invento uma desculpa para explicar o atraso ou falo sobre eu ter ficado doente por causa do meu vacilo com minha diabetes.
Não sei.
Coço a barriga do Fantomas.
01:05 AM
Os cachorros de casa começam a latir e isso acaba acordando o papai. Ele me chama para ir ver o que é.
Enquanto estamos no pátio quatro homens passam na rua, cada um deles carrega uma cadeira de plástico.
O papai volta a dormir e eu volto para o computador.
Penso que devo escrever isso tudo e também penso em como avisar sobre as mudanças no blog, o Tumblr novo e o explicar o atraso no Paralelos dessa quinzena.
Não sei como.
Toca No Your Girls do Franz Ferdinand.
sábado, 14 de outubro de 2017
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
quarta-feira, 13 de setembro de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Garotos Românticos Não Devem Amar
Garoto,
ouça o que tenho a lhe dizer: Não ame.
É,
eu vejo em seus olhos o desejo. Vejo o seu corpo querendo expressar
seu afeto a outro corpo, querendo dar carinho para alguém. Sinto o
seu coração querendo falar a outro coração aquilo que corações
levados pelo calor de um momento de excitação falam. Quer saber o
que mais vejo? Vejo lágrimas escorrendo desses olhos, esses pequenos
e inocentes olhos que nada sabem da verdade do amor. Elas escorrem em
quantidade, passando por essas bochechas fartas e rosadas, deslizando
por esse seu fino e frágil pescoço. Sabe de onde mais escorrem
lágrimas? Do seu coração.
O
quê? Ah! É verdade que há aqueles que não passam por isso –
poucos. Mas, cá entre nós, não é o seu caso. Como eu sei disso?
Ah, garoto…
Eu
vejo.
Você
não quer só saciar a fome do seu corpo ou quer uma companhia para
os sábados a noite, você quer alguém que esteja ao seu lado quando
ninguém mais estiver, quer alguém que sinta sua falta naquelas
quartas-feiras chuvosas, alguém que pense em você enquanto toma
banho ou come, que mande mensagem a cada dez minutos querendo saber
se você está bem/como foi seu dia/sinto sua falta/emoji de coração.
Você quer ser isso para alguém também. No fim do dia você quer
poder estar de mãos dadas com esse alguém, quer sentir o calor do
seu abraço, quer sentir o gosto do seu beijo, quer se conectar com
ela e deixar o seu coração dizer aquilo que corações dizem nesses
momentos:
"Eu
te amo."
Garoto,
eu disse o que eu vejo. Disse o que eu sei. Mas, se mesmo assim
insistir em amar, só peço que esteja preparado para o momento em
que seu coração sangrar, sim, esse dia vai chegar. Esteja preparado
para o momento em que vai se odiar quando lembrar de cada maldita
palavra dita naqueles dias inesquecíveis. Aqueles dias que você
pensou que seriam eternos – talvez até sejam, mas somente em suas
memórias. Por um tempo. Sim, porque depois você amará de novo,
tudo irá se repetir e as memórias serão renovadas, com o acréscimo
de que você vai pensar algo como: “Dessa vez vai ser diferente!”,
mas não será.
Porque
você é um romântico e garotos românticos não devem amar.
sábado, 12 de agosto de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Vandalistia
Yo!
Como vai?
Esse é um post curto, sério.
Recentemente eu fiz um quadrinho para um projeto do meu amigo, Andy Corsant . É um quadrinho curto como este post, apenas duas páginas. Sei que você vai querer ler, né?
Segue o link: Vandalistia.
Até o próximo post ^^
Como vai?
Esse é um post curto, sério.
Recentemente eu fiz um quadrinho para um projeto do meu amigo, Andy Corsant . É um quadrinho curto como este post, apenas duas páginas. Sei que você vai querer ler, né?
Segue o link: Vandalistia.
Até o próximo post ^^
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Domingo
Ontem (domingo)
eu passei parte do dia lendo
alguns quadrinhos (aqueles
formatinhos). Nenhum é meu
desde a infância, eu consegui
comprar em leilões virtuais ou negociações mesmo. Quando
eu era criança possuía uma
infinidade de quadrinhos que
minha mãe comprava para
mim. Ela sempre dizia
(e diz)
o quanto quadrinhos ajudavam no desenvolvimento de uma criança, meu
pai sempre discordou, mas até ele – vez ou outra – comprava
alguns.
Inclusive
o primeiro mangá que li na vida foi ele que comprou.
A
gente morava em uma invasão em
Belém, acredito que você
saiba o que é, não? E quando chove em
Belém geralmente alaga ruas
e casas, pelo menos nas
áreas pobres. Certa madrugada teve uma dessas chuvas que pareciam o
fim do mundo e pela manhã, quando acordei, havia água até o joelho
e me desesperei ao ver meus quadrinhos boiando na sala inundada.
Mas
essa parte da minha vida eu conto outro dia.
Ou
na minha biografia, quando me tornar um quadrinista de sucesso.
Hoje
quero falar da minha volta ao passado.
quinta-feira, 22 de junho de 2017
sábado, 17 de junho de 2017
Voltando ao ponto do ciclo
Faz um tempo desde que não dou as caras por estas bandas, não é? Você pode até pensar que é desleixo deste que vos fala e talvez seja mesmo, ou então pode pensar que eu só não ligo mais para este blog, ou que fui abduzido por aliens com cabeças octogonais de um olho só.
Mas não.
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